FinanceiroComo emitir nota fiscal para vendas em marketplace (Mercado Livre, Shopee, Magalu)
Saiba como emitir nota fiscal eletrônica para vendas no Mercado Livre, Shopee e Magalu. Automatize seu faturamento via ERP e evite atrasos nos envios.

O empreendedorismo envolve não só produzir ou realizar serviços, mas também entender alguns termos, processos e burocracias que fazem parte desse universo. Nesse sentido, o Código de Situação Tributária, o código CST, é um exemplo.
Conhecer mais sobre ele é importante para todo empreendedor, principalmente se ele for contribuinte do ICMS — Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
Por isso, preparamos um artigo completo para explicar tudo sobre o código, como ele funciona e todas as novidades sobre a aplicação dele.
Confira com a gente!
Primeiramente, é importante entender o conceito em torno do código CST. O Código de Situação Tributária é um número que define como os produtos serão tributados, principalmente em relação ao ICMS — Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
Empreendedores usam esse código para indicar a origem das mercadorias e calcular o imposto.
Essa numeração contém três dígitos. O primeiro identifica se o produto é nacional ou importado. Já os outros dois números mostram como o ICMS será aplicado, levando em consideração se o produto é tributado, isento ou sujeito à substituição tributária.
O emissor da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) deve informar o código CST em um campo específico, junto com outros códigos que explicam a operação realizada.
Essa combinação garante que a tributação ocorra corretamente e que a empresa cumpra as obrigações fiscais.
Dessa forma, entender o código CST é fundamental para garantir que o empreendedor recolha os impostos de forma precisa. Assim, evitando erros no cálculo do ICMS e problemas com o Fisco.
O código CST e o CSOSN — Código de Situação da Operação no Simples Nacional — têm a mesma função de indicar a tributação de mercadorias. Porém, cada um se aplica a regimes tributários diferentes.
O CST é utilizado por empresas que operam no Lucro Real ou Lucro Presumido. Enquanto o CSOSN, por sua vez, é específico para empresas do Simples Nacional.
Em resumo, a diferença principal está no nível de complexidade.
Por isso, usar o código correto é muito importante para garantir que as notas fiscais sejam emitidas de acordo com a legislação.
Como mencionamos anteriormente, o código CST engloba diferentes tributos, que incidem conforme o tipo de produto ou serviço.
Por isso, cada um dos tipos está relacionado a um imposto específico, essencial para definir o cálculo correto na emissão de notas fiscais.
Confira com a gente os principais tipos de código CST:
Este tipo de código CST se refere ao Imposto Sobre Produtos Industrializados. Ele incide sobre produtos fabricados no Brasil ou importados e influencia diretamente o preço final.
O CST relacionado ao ICMS diz respeito ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. Ele é fundamental nas operações comerciais, pois define a tributação sobre a venda de mercadorias e prestação de serviços.
O CST – PIS/Cofins refere-se ao Programa de Integração Social e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Esses tributos são importantes para o cálculo de contribuições sociais que as empresas precisam pagar.
A formação de um código CST depende de duas tabelas que representam partes diferentes do produto ou do serviço.
A primeira tabela (A) indica a origem do que a empresa comercializa. Já a segunda (B) apresenta a tributação do ICMS, informando se o produto ou serviço será tributado e qual imposto a empresa aplicará sobre ele.
Confira com a gente cada uma das tabelas.
Tabela A – Origem da mercadoria ou serviço

Tabela B — Tributação pelo ICMS

Como abordamos anteriormente, a Tabela B guia os contribuintes do Simples Nacional, que devem utilizar o Código de Situação da Operação do Simples Nacional (CSOSN) nas Notas Fiscais.

Agora, atenção: a partir de 1º de janeiro de 2022, devido ao Ajuste Sinief 20/12, que revisou o Convênio s/n.º de 15 de dezembro de 1970, os contribuintes do Simples Nacional passaram a adotar os mesmos códigos CST usados por empresas fora desse regime.
Dessa forma, com essa mudança, a Tabela B foi consolidada e novos códigos foram adicionados, conforme mostramos abaixo.

Para determinar o código CST correto, você precisa seguir alguns passos simples que garantem que cálculo dos tributos correto.
Nesse sentido, esse processo evita problemas com a fiscalização e mantém a empresa em dia com as obrigações fiscais.
Entenda melhor com a seguir:
Ao seguir esses passos, você garante que os códigos utilizados estejam corretos e atualizados. Isso facilita o preenchimento das notas fiscais e evita problemas no cálculo dos impostos.
Compreender e utilizar o código CST corretamente é essencial para evitar complicações fiscais.
No entanto, alguns erros são bastante comuns e podem prejudicar o cálculo dos impostos. Por isso, listamos os principais erros para que você possa evitá-los.
Confira com a gente!
Um erro comum é selecionar incorretamente a origem do produto.
O primeiro dígito do código CST refere-se à origem, que pode ser nacional ou estrangeira. Se você não souber de onde vem a mercadoria, pode acabar escolhendo o código errado, o que gera inconsistências no cálculo do ICMS.
Outro equívoco muito comum é não levar em consideração o regime tributário da empresa, como o Simples Nacional.
O regime influencia diretamente a escolha do CST correto, e usar um código inadequado pode resultar em recolhimento incorreto de impostos.
As normas fiscais mudam com o tempo e alguns empresários esquecem de verificar se os códigos CST utilizados estão atualizados. Isso pode causar erros nas notas fiscais e até penalizações pelo fisco.
Por fim, muitos confundem os códigos CST entre diferentes tributos, como ICMS, IPI e PIS/Cofins. Cada um tem sua tabela específica de códigos. Misturar os códigos de um imposto com outro pode resultar em erros graves no cálculo dos tributos e até problemas com a Receita Federal.
Como sabemos, gerenciar notas fiscais eletrônicas (NF-e) e utilizar o código CST corretamente pode ser um desafio para muitos empreendedores.
Com o GestãoClick, você tem mais segurança nesse processo, já que a plataforma automatiza a emissão das NF-e e preenche corretamente todos os dados, incluindo o Código CST.
Nesse sentido, o sistema ajuda a evitar erros comuns, como a escolha incorreta de códigos ou a falta de atualização das tabelas fiscais.
Além disso, o GestãoClick oferece uma interface intuitiva, que facilita o controle das operações fiscais e a emissão de documentos, mesmo para quem não tem experiência técnica.
Por isso, com o GestãoClick, o empreendedor consegue gerir todo o processo de emissão de NF-e de forma rápida e eficiente, reduzindo o risco de falhas e assegurando que a empresa cumpra a legislação. Isso permite que você foque no crescimento do seu negócio, sem se preocupar com problemas fiscais.
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Conteúdo produzido pela equipe editorial da GestãoClick.
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