Gestão do NegócioTabela CST: códigos, significados e atualizações
Entenda o que é a Tabela CST, como funciona, seus códigos atualizados e como evitar erros na emissão da NF-e.

Impostos do pequeno empresário são uma das maiores dores de quem empreende no Brasil.
Não é por acaso: empresas brasileiras gastam em média 1.501 horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias, o maior tempo do mundo para lidar com impostos.
Isso significa meses inteiros dedicados a cálculos, declarações e burocracia, tempo que poderia estar sendo usado para vender mais e fazer o negócio crescer.
O cenário fica ainda mais crítico quando olhamos o peso da arrecadação. Só nos primeiros meses de 2025, os brasileiros já haviam pago mais de R$ 2,5 trilhões em tributos, um número que mostra o tamanho da carga tributária no país.
Para o pequeno empresário, isso exige atenção constante, porque entender quais impostos pagar e como calculá-los corretamente pode fazer a diferença entre manter a empresa saudável ou enfrentar problemas financeiros.
E agora existe um fator novo que aumenta ainda mais a urgência desse tema: a Reforma Tributária. O sistema de impostos sobre consumo no Brasil está passando por uma das maiores mudanças das últimas décadas.
Tributos tradicionais vão desaparecer e novos impostos vão surgir, o que pode mudar a forma como os impostos do pequeno empresário são calculados, pagos e controlados nos próximos anos.
Para ajudar você a organizar as ideias sobre esse assunto, preparamos um artigo que guia você pelo o que acontece hoje e pelo o que irá acontecer a partir das mudanças da Reforma Tributária.
Vem com a gente!
Os principais impostos do pequeno empresário no Brasil incluem IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS, ISS, IPI e a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP).
Dependendo do regime tributário escolhido (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) esses tributos podem ser pagos separadamente ou reunidos em uma única guia, como acontece no Simples Nacional.
Na prática, cada imposto possui uma finalidade específica dentro do sistema tributário brasileiro.
Além disso, é importante entender que nem todos os impostos se aplicam a todas as empresas. O conjunto de tributos varia de acordo com fatores como atividade exercida, regime tributário e local de atuação do negócio.
Por isso, conhecer quais são os principais impostos é o primeiro passo para organizar a gestão tributária da empresa e evitar problemas com o Fisco.
O Simples Nacional é um regime tributário criado para simplificar o pagamento de impostos de micro e pequenas empresas.
Nesse modelo, o pequeno empresário recolhe vários tributos em uma única guia mensal chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
Dentro do DAS estão reunidos impostos federais, estaduais e municipais. Entre os principais tributos incluídos no Simples Nacional estão:
Esse sistema reduz a burocracia porque o pequeno empresário não precisa calcular e pagar cada imposto separadamente. Em vez disso, o regime aplica uma alíquota única sobre o faturamento, que varia conforme a atividade da empresa e a faixa de receita anual.
Para permanecer no Simples Nacional, a empresa precisa respeitar o limite de faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano, enquadrando-se como microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP).
Mesmo com essa simplificação, o pequeno empresário precisa acompanhar mudanças na legislação. A Reforma Tributária, nesse caso**,** vai substituir tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS por novos impostos sobre consumo (CBS e IBS).
Durante o período de transição, o Simples Nacional continuará existindo, mas o funcionamento do sistema tributário pode passar por ajustes que exigem mais controle financeiro e fiscal da empresa.
💡 Leia também: Arrecadação do Simples Nacional: entenda e conheça os pagamentos
Os impostos do pequeno empresário variam de acordo com fatores como atividade da empresa, regime tributário e local onde o negócio atua.
Nem todos os tributos se aplicam a todos os negócios. Por exemplo, empresas que prestam serviços pagam ISS, enquanto empresas que vendem produtos normalmente pagam ICMS.
Já algumas empresas, como restaurantes ou oficinas, podem pagar ambos (ICMS sobre os produtos e ISS sobre o serviço).
Mesmo assim, alguns tributos aparecem com frequência na rotina das pequenas empresas e conhecer esses impostos ajuda o pequeno empresário a entender melhor seus custos, organizar as finanças do negócio e evitar problemas com o Fisco.
Vem com a gente saber mais sobre cada um deles!
O IRPJ é o imposto que incide sobre o lucro das empresas. Em outras palavras, ele funciona de forma parecida com o imposto de renda que as pessoas físicas pagam, mas aplicado ao resultado financeiro da empresa.
A forma de cálculo dele depende do regime tributário:
Por exemplo: se uma empresa vende produtos ou presta serviços e obtém lucro ao final do período, ela precisa pagar uma parte desse resultado ao governo na forma de IRPJ.
💡 Leia também: IPRF e IRPJ: entenda todas as diferenças!
A CSLL também é um tributo cobrado sobre o lucro da empresa. O governo utiliza esse imposto para ajudar a financiar áreas como saúde, previdência e assistência social.
Assim como o IRPJ, o cálculo da CSLL depende do regime tributário.
De forma simples, sempre que a empresa gera lucro, parte desse valor pode ser destinada ao pagamento da CSLL.
O PIS é uma contribuição federal que incide sobre o faturamento das empresas.
Faturamento significa o valor total que a empresa recebe com vendas de produtos ou prestação de serviços.
Esse tributo ajuda a financiar benefícios pagos aos trabalhadores, como o abono salarial. Por isso, o governo utiliza a arrecadação do PIS para manter programas ligados ao trabalhador.
No caso das pequenas empresas que estão no Simples Nacional, o PIS também já está incluído na guia única do regime.
💡 Leia também: O que muda no PIS com a Reforma Tributária?
A COFINS é outro tributo federal cobrado sobre o faturamento das empresas. Assim como o PIS, ela incide sobre o valor total das vendas realizadas pela empresa.
O governo utiliza a arrecadação da COFINS para financiar áreas da seguridade social, como saúde pública e previdência social.
Nesse caso, para o pequeno empresário optante pelo Simples Nacional, esse imposto também aparece dentro da guia única do DAS.
💡 Saiba mais: Reforma Tributária: como será feita a extinção da Cofins
O ICMS é um imposto estadual cobrado principalmente sobre a venda de produtos. Sempre que uma empresa vende uma mercadoria, o imposto pode incidir sobre essa operação.
Cada estado define suas próprias alíquotas, por isso o valor do ICMS pode variar dependendo da localização da empresa ou da operação realizada.
Por exemplo: uma loja que vende roupas, eletrônicos ou alimentos normalmente paga ICMS sobre essas vendas.
💡 Fique por dentro: Quando o ICMS será extinto?
O ISS é um imposto municipal cobrado sobre a prestação de serviços.
Empresas que trabalham com serviços, como consultorias, manutenção, design ou tecnologia, geralmente precisam pagar esse tributo.
Dessa forma, cada município define a alíquota do ISS, que costuma variar entre 2% e 5% do valor do serviço prestado.
Por exemplo: uma empresa que presta serviços de marketing ou desenvolvimento de software pode pagar ISS sobre o valor cobrado de seus clientes.
O IPI é um imposto federal que incide sobre produtos industrializados.
Isso significa que ele aparece principalmente em empresas que fabricam produtos ou importam mercadorias.
A alíquota do imposto, nesse caso, varia de acordo com o tipo de produto. O governo define esses valores em uma tabela específica chamada TIPI (Tabela de Incidência do IPI).
Pequenas empresas que apenas vendem produtos prontos normalmente não pagam IPI diretamente, pois o imposto já pode ter sido recolhido na indústria.
Por fim, a CPP é uma contribuição destinada ao financiamento da Previdência Social.
Ou seja, empresas que possuem funcionários precisam pagar esse tributo sobre a folha de pagamento.
Na prática, isso significa que a empresa contribui para o sistema que garante benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.
Para empresas do Simples Nacional, essa contribuição geralmente já está incluída na alíquota do DAS, dependendo da atividade exercida pela empresa.
No caso desse imposto, apenas algumas atividades específicas de prestação de serviços pagam esse valor por fora da guia única, como no caso de empresas de vigilância, limpeza e construção civil que pagam a cota patronal à parte.
Os impostos do pequeno empresário também variam conforme a atividade exercida pelo negócio.
Isso acontece porque cada tipo de operação, como venda de produtos, prestação de serviços ou fabricação de mercadorias, possui regras tributárias diferentes.
Na prática, isso significa que duas empresas podem pagar impostos diferentes mesmo tendo faturamento parecido. Afinal, o tipo de atividade define quais tributos incidem sobre a operação e quais obrigações fiscais a empresa precisa cumprir.
| Tipo de empresa | Impostos principais |
| Comércio | ICMS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL |
| Serviços | ISS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL |
| Indústria | IPI, ICMS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL |
Empresas de comércio, por exemplo, costumam pagar ICMS porque vendem produtos físicos.
Já empresas de serviços normalmente pagam ISS, que é o imposto municipal aplicado sobre serviços prestados.
No caso das indústrias, o IPI também pode incidir, pois esse tributo se aplica a produtos fabricados ou industrializados.
Por isso, entender quais impostos se aplicam ao seu tipo de negócio ajuda o pequeno empresário a evitar erros na emissão de notas fiscais, no cálculo de tributos e no cumprimento das obrigações fiscais da empresa.
O Simples Nacional simplifica o pagamento de impostos do pequeno empresário.
Nesse regime, a empresa paga vários tributos em uma única guia chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
Assim, o governo reúne diferentes impostos nessa guia para reduzir a burocracia e facilitar a rotina das micro e pequenas empresas.
Todo mês, a empresa calcula o valor dos impostos com base no faturamento, ou seja, no total que o negócio recebeu com vendas de produtos ou prestação de serviços. Depois desse cálculo, o empresário emite o DAS no portal do Simples Nacional e paga o valor até a data de vencimento.
Além disso, o valor do imposto não é igual para todas as empresas. Por isso, não se pode basear no pagamento realizado por outras empresas.
O Simples Nacional usa faixas de faturamento, que funcionam como níveis de cobrança. Quanto maior for o faturamento anual da empresa, maior pode ser a alíquota, ou seja, o percentual de imposto aplicado sobre a receita.
Por exemplo, uma empresa que fatura pouco paga uma alíquota menor. Já uma empresa que cresce e aumenta o faturamento pode passar para outra faixa e pagar uma porcentagem maior.
Mesmo assim, o regime continua mais simples, porque o pequeno empresário paga os principais tributos em uma única guia mensal, sem precisar gerar vários boletos diferentes para cada imposto.
A Reforma Tributária vai mudar a forma como os impostos sobre consumo funcionam no Brasil.
O governo decidiu substituir alguns tributos atuais por um novo modelo de cobrança. O objetivo é simplificar o sistema tributário e reduzir a complexidade que hoje afeta empresas de todos os portes, incluindo os impostos do pequeno empresário.
Na prática, alguns impostos que existem hoje deixarão de existir ao longo do período de transição da reforma. Eles serão substituídos por novos tributos que seguem um modelo semelhante ao IVA (Imposto sobre Valor Agregado), usado em muitos países.
| Imposto atual | Situação com a Reforma Tributária |
| PIS (Programa de Integração Social) | Será substituído pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) |
| COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) | Será substituído pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) |
| ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) | Será substituído pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) |
| ISS (Imposto Sobre Serviços) | Será substituído pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) |
Isso significa que, no futuro, parte dos impostos pagos por pequenas empresas passará a funcionar de forma diferente.
Em vez de vários tributos separados sobre consumo, o novo modelo deve concentrar a cobrança em menos impostos, com regras mais padronizadas em todo o país.
A Reforma Tributária criou novos tributos para substituir parte dos impostos atuais sobre consumo no Brasil.
A proposta do Governo Brasileiro, nesse caso, é simplificar o sistema tributário, reduzir a quantidade de impostos e tornar as regras mais padronizadas em todo o país.
No novo modelo, alguns impostos do pequeno empresário passam a ser substituídos por três tributos principais: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e Imposto Seletivo (IS).
Esses impostos devem entrar em vigor de forma gradual durante o período de transição da reforma.
Vem com a gente entender melhor sobre cada um deles!
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A CBS é um imposto federal criado para substituir dois tributos atuais: PIS e COFINS.
Esses dois impostos hoje incidem sobre o faturamento das empresas, principalmente na venda de produtos e na prestação de serviços.
No novo modelo, a CBS funcionará de forma mais simples. O imposto incidirá sobre o consumo de bens e serviços e seguirá a lógica do IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Isso significa que a empresa poderá descontar o imposto pago nas compras feitas para a atividade do negócio.
Na prática, a CBS deve simplificar o cálculo de tributos federais ligados ao consumo e reduzir parte da complexidade que hoje existe no sistema tributário brasileiro.
💡 Conheça tudo sobre: CBS: o que é, o que substitui e quando começa a valer
O IBS é um imposto de competência estadual e municipal. Ele substituirá dois tributos que existem hoje: ICMS, cobrado pelos estados, e ISS, cobrado pelos municípios.
Assim como a CBS, o IBS também seguirá o modelo de IVA. Isso significa que o imposto será cobrado ao longo da cadeia de produção e venda, mas cada empresa poderá descontar o tributo pago nas etapas anteriores.
Esse modelo busca evitar a cobrança repetida de impostos sobre o mesmo produto ou serviço. A ideia é tornar o sistema mais transparente e reduzir conflitos entre estados e municípios.
💡 Aprofunde-se mais: IBS: o que é o substituto do ISS e ICMS
Já o Imposto Seletivo (IS) é um tributo que terá uma função diferente da CBS e do IBS.
O governo criará esse imposto para desestimular o consumo de produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
Entre os produtos que podem sofrer essa cobrança estão itens como cigarros, bebidas alcoólicas e produtos que causam impactos ambientais maiores.
Esse imposto funciona como uma forma de regulação. O governo aumenta a tributação desses produtos para reduzir o consumo e, ao mesmo tempo, arrecadar recursos para políticas públicas.
💡 Saiba tudo sobre: Imposto Seletivo (IS) ou “Imposto do Pecado”: o que é e quais produtos são afetados
Como vimos, a Reforma Tributária muda a forma como os impostos sobre consumo funcionam no Brasil.
Essas mudanças também afetam os impostos do pequeno empresário, principalmente nas empresas que vendem produtos ou prestam serviços para outras empresas. O novo sistema busca simplificar a cobrança de tributos, mas também muda algumas regras importantes na forma de calcular e repassar impostos.
Para entender melhor essas mudanças, é importante observar três pontos principais do novo modelo tributário.
O novo modelo usa um sistema chamado crédito tributário. Isso significa que a empresa pode descontar o imposto pago nas compras feitas para o negócio.
Na prática, o imposto incide apenas sobre o valor que a empresa realmente adiciona ao produto ou serviço.
Por exemplo: se uma empresa compra um produto para revender, ela paga imposto nessa compra. Depois, quando vende o produto, ela pode descontar o imposto que já pagou anteriormente.
De modo geral, esse sistema busca evitar que o mesmo imposto seja cobrado várias vezes ao longo da cadeia de produção e venda.
💡 Leia também: Crédito tributário da microempresa: fim da exceção e organização como condição de aproveitamento
A reforma também muda a forma como os impostos sobre consumo são cobrados.
No modelo atual, diferentes tributos podem incidir sobre a mesma operação, o que torna o sistema mais complexo. Agora, com a criação da CBS e do IBS, o governo pretende simplificar essa cobrança.
Esses impostos seguem um modelo usado em vários países, chamado IVA (Imposto sobre Valor Agregado), no qual o tributo se aplica de forma mais clara ao longo das etapas de produção e venda.
💡 Leia também: Qual o impacto da tributação no destino para quem vende para fora do seu estado?
A reforma também pode mudar a forma como empresas fazem negócios entre si.
Como o novo sistema permite aproveitar créditos de impostos pagos nas etapas anteriores, muitas empresas passam a valorizar fornecedores que geram esses créditos.
Isso, inclusive, pode influenciar decisões comerciais entre empresas. Afinal, negócios que mantêm organização fiscal, emitem notas fiscais corretamente e controlam bem seus tributos tendem a se adaptar melhor ao novo sistema tributário.
A Reforma Tributária não muda o sistema de impostos de uma vez. O governo criou um período de adaptação para empresas e governos se organizarem.
Essa fase começa em 2026 e termina em 2033, quando o novo modelo tributário estará totalmente em vigor.
Durante esse período, os impostos antigos e os novos convivem ao mesmo tempo. Aos poucos, tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS deixam de existir, enquanto os novos impostos CBS e IBS passam a assumir o lugar deles.
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Essa transição gradual ajuda empresas a se adaptarem às novas regras sem mudanças bruscas.
Para o pequeno empresário, acompanhar esse cronograma é importante para entender como os impostos do pequeno empresário vão mudar ao longo dos próximos anos.
De forma direta, depende. O Simples Nacional continuará existindo após a Reforma Tributária, mas o novo sistema de impostos pode mudar a competitividade de algumas pequenas empresas.
Isso acontece porque os novos tributos (CBS e IBS) funcionam com crédito de imposto ao longo da cadeia de vendas, o que pode influenciar relações comerciais entre empresas.
Na prática, três fatores podem afetar os impostos do pequeno empresário no novo modelo:
Por isso, o pequeno empresário precisa analisar esses fatores com atenção para decidir se o Simples Nacional continua sendo o regime tributário mais vantajoso para o negócio.
Controlar os impostos do pequeno empresário exige organização e atenção aos dados da empresa. O empreendedor precisa registrar vendas, emitir notas fiscais, acompanhar o faturamento e calcular tributos corretamente.
E quando a empresa faz esse controle de forma manual, aumentam as chances de erros e atrasos no pagamento de impostos.
Um sistema de gestão empresarial (ERP) ajuda a organizar essas informações em um só lugar, além de registrar as operações da empresa, facilitar o controle financeiro e ajudar o empreendedor a acompanhar os tributos do negócio com mais clareza.
💡 Saiba mais: Reforma Tributária: é possível calcular IBS, CBS e IS no ERP?
A emissão correta de notas fiscais é fundamental para calcular os impostos da empresa. A nota fiscal é o documento que registra oficialmente uma venda de produto ou serviço.
Um sistema de gestão ajuda a emitir, armazenar e organizar essas notas automaticamente. Com isso, o pequeno empresário consegue acompanhar melhor o faturamento da empresa e evita erros que podem gerar problemas com o Fisco.
💡 Leia também: Vantagens de migrar para um emissor de nota fiscal eletrônica eficiente
A organização fiscal significa manter todas as informações tributárias da empresa organizadas. Isso inclui registros de vendas, compras, impostos pagos e obrigações fiscais.
Um sistema de gestão reúne esses dados em um único ambiente. Dessa forma, o empreendedor consegue acompanhar os impostos do pequeno empresário com mais facilidade e reduz o risco de esquecer prazos ou cometer erros no cálculo de tributos.
Os relatórios financeiros ajudam o empresário a entender melhor a situação da empresa. Esses relatórios mostram informações como faturamento, despesas, lucro e valores de impostos.
Com esses dados organizados, o pequeno empresário consegue visualizar quanto a empresa paga em tributos e planejar melhor o pagamento dos impostos ao longo do tempo.
Sistemas de gestão como o GestãoClick ajudam a centralizar essas informações e facilitam o controle financeiro e fiscal da empresa.
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Os impostos do pequeno empresário dependem do regime tributário e da atividade da empresa. De forma geral, pequenas empresas podem pagar tributos como IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS, ISS, IPI e a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP).
No Simples Nacional, esses impostos aparecem reunidos em uma única guia mensal chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Já em outros regimes, como Lucro Presumido ou Lucro Real, a empresa precisa calcular e pagar cada tributo separadamente.
Sim. Empresas do Simples Nacional podem pagar ICMS ou ISS, dependendo da atividade que exercem.
Empresas que vendem produtos normalmente pagam ICMS, que é o imposto estadual sobre circulação de mercadorias. Já empresas que prestam serviços geralmente pagam ISS, que é o imposto municipal sobre serviços.
No Simples Nacional, esses tributos já aparecem dentro da guia única do DAS, o que simplifica o pagamento dos impostos do pequeno empresário.
Não. O MEI (Microempreendedor Individual) possui um regime tributário simplificado e paga impostos diferentes das outras empresas.
O MEI paga um valor fixo mensal chamado DAS do MEI, que inclui:
Esse valor costuma ser menor porque o MEI possui limite de faturamento anual reduzido e regras específicas dentro do sistema de impostos do pequeno empresário.
Sim, mas de forma gradual. A Reforma Tributária vai substituir alguns impostos sobre consumo que existem hoje no Brasil.
Tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS serão substituídos por novos impostos chamados CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Esse processo acontecerá aos poucos entre 2026 e 2033.
O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário e reduzir a complexidade no pagamento de impostos, o que também pode impactar a forma como os impostos do pequeno empresário são calculados no futuro.
Conteúdo produzido pela equipe editorial da GestãoClick.
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